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Bleisure em viagens corporativas: o que é e como estruturar com segurança

Bleisure em viagens corporativas: o que é e como estruturar com segurança

O comportamento dos profissionais em viagens a trabalho vem mudando nos últimos anos. Cada vez mais colaboradores buscam aproveitar melhor o tempo fora, estendendo a estadia para incluir compromissos pessoais. Esse modelo ficou conhecido como bleisure, a combinação de business e leisure. No entanto, quando falamos de bleisure em viagens corporativas, o tema exige atenção, regras claras e governança.

Sem uma política bem definida, o bleisure pode gerar aumento de custos, riscos legais e dificuldades no controle das despesas. Por isso, entender como estruturar esse modelo de forma segura é fundamental para empresas que desejam equilibrar flexibilidade e controle.

O que é bleisure em viagens corporativas
Bleisure em viagens corporativas é a prática em que o colaborador estende ou adapta uma viagem a trabalho para incluir atividades pessoais, normalmente fora do período estritamente profissional. Isso pode envolver a ampliação das datas de hospedagem, alteração de voos ou inclusão de despesas adicionais que não estão diretamente ligadas ao compromisso corporativo.

Diferente da viagem corporativa tradicional, o bleisure exige uma separação clara entre o que é responsabilidade da empresa e o que é de responsabilidade do colaborador. Sem essa distinção, surgem conflitos, falhas de compliance e dificuldades de controle financeiro.

Por que o bleisure se tornou uma tendência nas viagens corporativas
O bleisure ganhou espaço por uma série de mudanças no ambiente corporativo.

Flexibilidade e experiência do colaborador
Empresas passaram a valorizar mais a experiência do colaborador, entendendo que flexibilidade pode impactar positivamente a motivação.

Engajamento e retenção de talentos
A possibilidade de conciliar compromissos profissionais e pessoais pode ser vista como um diferencial competitivo na retenção de talentos.

Novos modelos de trabalho
Com modelos mais híbridos e maior mobilidade profissional, a fronteira entre trabalho e vida pessoal tornou-se tornou menos rígida.

Apesar dessas vantagens, o bleisure só funciona quando está estruturado dentro de regras corporativas claras.

Principais riscos do bleisure sem política corporativa
Quando o bleisure acontece de forma informal, os riscos aumentam consideravelmente.

Aumento de custos não controlados
Extensão de hospedagem, alteração de voos e despesas adicionais podem impactar o orçamento sem que a empresa perceba.

Dificuldade em separar despesas pessoais e corporativas
Sem regras claras, o financeiro enfrenta problemas na conferência, reembolso e contabilização das despesas.

Riscos relacionados ao duty of care
Durante o período estendido, surgem dúvidas sobre a responsabilidade da empresa em relação à segurança do colaborador.

Falta de compliance e conflitos internos
A ausência de critérios pode gerar sensação de injustiça e conflitos entre colaboradores e gestão.

Como estruturar uma política de bleisure em viagens corporativas
Para que o bleisure funcione de forma saudável, é essencial que ele esteja formalizado dentro da política de viagens corporativas.

Definir claramente o que é custeado pela empresa
A empresa deve deixar explícito quais despesas são cobertas no período corporativo e quais passam a ser responsabilidade do colaborador.

Estabelecer regras para extensão de datas e hospedagem
É importante definir como funcionam alterações de voos, diárias extras e possíveis impactos financeiros.

Separar despesas e responsabilidades
A separação entre despesas corporativas e pessoais precisa ser clara para evitar erros contábeis e conflitos.

Comunicar as regras de forma transparente
A política de bleisure deve ser comunicada de maneira clara para todos os colaboradores, evitando interpretações equivocadas.

A relação entre bleisure, controle de viagens e gestão corporativa


O bleisure só é viável quando integrado ao controle de viagens corporativas. Isso significa centralizar reservas, acompanhar alterações e manter visibilidade total sobre custos e períodos da viagem.

Sem essa integração, o bleisure deixa de ser uma prática estratégica e passa a ser um risco operacional. Com controle e governança, ele pode coexistir com previsibilidade financeira e compliance.

O papel da Chronus na gestão de viagens corporativas com bleisure
A Chronus atua como parceira estratégica para empresas que desejam estruturar o bleisure de forma segura e controlada. Com a centralização das viagens, aplicação de políticas claras e relatórios detalhados, a Chronus ajuda a separar corretamente o que é corporativo do que é pessoal.

Além disso, a Chronus oferece suporte antes, durante e após a viagem, garantindo visibilidade, controle de custos e apoio ao duty of care, mesmo em cenários com extensão de estadia.

Conclusão
O bleisure em viagens corporativas é uma tendência que pode trazer benefícios quando bem estruturada, mas representa riscos significativos quando acontece sem regras claras. Empresas que tratam o bleisure como parte da política de viagens, e não como um benefício informal, conseguem equilibrar flexibilidade, controle e segurança.

Quer estruturar o bleisure nas viagens corporativas da sua empresa com mais controle, previsibilidade e segurança? Fale com a Chronus e descubra como podemos apoiar sua gestão de viagens.
 

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